sábado, 27 de agosto de 2011

O que é bom...





























... acaba depressa, faz mal ou então é pecado. No nosso caso acabou depressa. Muito depressa. Tão depressa que, quando vínhamos de regresso e atravessámos as portagens de Carcavelos, sou capaz de jurar que do outro lado da estrada, vi o nosso carro a abarrotar da convencional tralha de férias a passar Via Verde, a caminho do sul e do sol.
Mas ainda assim, deu para tudo e para mais alguma coisa:

  • Não fazer puto;
  • Apanhar uma virose (o mais pequeno dos filhotes), passar uma seca num hospital e conhecer a pediatra mais imbecil do planeta e arredores. É incrível que o curso de medicina, exigindo notas de entrada tão altas e sendo tão difícil, ainda assim não seja à prova de estupidez.
  • Ir à praia e à piscina mais vezes do que aquelas que consigo contar;
  • Apanhar um escaldão na careca nos primeiros dias e, no fim, ficar da cor de Louis Armstrong;
  • Comer e beber demais, e nem sempre alimentos recomendados pela OMS;
  • Dormir sestas épicas;
  • Passar o dia na Isla Mágica, em Sevilha, e rir até os cantos da boca se confundirem com as orelhas, e ter emoções fortes até à overdose de adrenalina;
  • Andar no interior de enormes bolas insufláveis, dentro de água;
  • Ter areia em sítios inconfessáveis, permanentemente, e não me chatear nada com isso;
  • Usar chinelos de enfiar no dedo e calções e T-Shirt, sempre, sem excepção;
  • Ficar viciado em cremes hidratantes e afins;
  • Ter uma enxaqueca que só acabou ao fim de 3 dias e após 9 comprimidos, cujo princípio activo é utilizado no fabrico de explosivos para utilização pela indústria mineira;
  • Apaixonar-me de vez e para sempre pela Ria Formosa;
  • Beber granizados, ou melhor, sorbettos da OLÁ que são um verdadeiro pecado da gula;
  • Apanhar ums virose no último dia (o maior dos filhotes), que neste preciso momento, continua com febre e outros sintomas menos agradáveis de aqui referir.
  • E por fim, um grande, grande etcétera, por um monte de pequenos grandes nadas de que agora não me lembro.

Ainda temos alguns dias de férias e alguns planos, mas a julgar pela penúltima actividade acima referida, dificilmente serão cumpridos.




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Caminho do Sol




Vamos de férias... e bem merecidas. Foi pintar e colar e desenhar até ao último minuto. Nos próximos dias não quero nada com as cores... nem primárias, nem secundárias, nem complementares e afins. A única cor que quero nas minhas mãos é o prateado do sal do mar, o branco do protector solar e o bronze do sol.

Quando viermos, vai haver muitas novidades.


Até já!


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Concurso de escrita hipercriativa: E a vencedora é...

0 Pintor da Noite

Sento-me à minha mesa de trabalho e desenho. Olho através da janela e vislumbro o Sena. Lá longe, o rio desliza tranquilamente ao som de acordeões que adormecem vagabundos. A Noite espreita. Quer entrar. Pede-me que lhe abra a janela. Fico indeciso, nervoso com a sua presença inesperada, mas lá aceito que ela entre, talvez só por instantes. Sinto-me intimidado.
Ela entra. Traja um vestido deslumbrante, veludo negro semeado de estrelas cintilantes. Usa um vestido diferente cada vez que surge. Reparo nisso sempre que a observo mas, o de hoje, é, sem dúvida, o meu preferido.
No final de cada dia, todos os dias, ela visita outras casas, outras cidades, outros países, e ignora-me. Não sei como hoje terá reparado em mim. Talvez por ser o meu aniversário, quem sabe! Só ela poderá responder.
Senta-se a meu lado e pede-me:
- Desenha-me.
Não consigo acreditar. A Noite, a bela Noite, vem a minha casa para que eu a pinte. Só pode ser um sonho! Belisco-me.
Já há muito tempo que a observo. Vejo-a entrar em muitos sítios. Vejo-a visitar pessoas mais importantes do que eu, um simples pintor que ninguém conhece. Com a sua inseparável amiga Lua, entra onde quer e espreita segredos inconfessáveis. A Lua também é minha amiga. Já lhe fiz o retrato e já lhe pedi, várias vezes, para me apresentar a Noite. Nunca o fez. Penso que tem ciúmes.
Hoje, ela veio sozinha. A Lua recusou-se acompanhá-la, sente-se aborrecida e não se quer mostrar. Ainda bem! Assim posso, finalmente, desfrutar a sua presença serena. É a melhor prenda de aniversário que poderia ter.
- Desenha-me – insiste ela.
Começo a desenhá-la timidamente. Esboço um traço do seu rosto moreno. Sobressai o contraste com o branco da tela que me suplica que a preencha. A Noite parece sentir-se envergonhada e, de repente, cora.
Traço a traço, o seu rosto fica completo. Mostro-lho. Tenho receio da sua reacção.
- Está lindo! Nunca ninguém me pintou com tanta perfeição.
- Não é nada de especial. Tu mereces muito mais. O retrato não é fiel à tua beleza.
Mantemo-nos numa cavaqueira sem nos apercebermos que as horas avançam. O retrato repousa em cima da minha mesa de trabalho. Parece esquecido, ultrapassado pelas palavras. Mas não. Apenas descansa.
A Manhã apresenta-se, ainda um tanto estremunhada. Acompanhada pelo Sol, acorda o Dia e a Noite tem de partir. Rivais, não se entendem as duas, não convivem. Ela despede-se, apressada.
Resta-me o retrato, parado em cima da mesa. Olho-o e fico feliz. Imensamente feliz. Ainda bem que mudei para este décimo terceiro andar. O último. Fica afastado da praça, onde passo os dias a pintar, mas perto do céu. Aqui, a Noite chega primeiro.



Ana Paula Oliveira


Sobrinha Ervilha


Foi num jantar de família, que a sobrinha declarou:
- Não querer comida saudável e
- Que o exercicío a cansou!
Não ia mais comer salada, peixe grelhado ou choucrute, que mandava a sopa aos legumes e às frutas, os iogurtes!
Que fossem correr outros, saltar à corda, nadar...
Ela não estava para isso, nem ia fazer por estar!
Tudo tinha experimentado, tudo lhe desgostara.
Agora ditava ela e outra história começava!
Levantou-se da cadeira e rumou para a cozinha mas desviou a saladeira e viu a alface murchinha...
Ao lado o grão amuava, encostado à farinha;
os feijões, envinagrados, reclamavam às lentilhas...
Tudo se remexia, com a desfeita da sobrinha;
até os talheres tiniam, censurando a facadinha.
Eis que as couves, em protesto, revelando a sua fibra, abrem folhas, batem caules, exigindo ser comidas! Cebolas, alhos e louro apoiam a pretensão, gritando alto, convictos: batatas fritas não!
Juntam-se os cogumelos e os bifinhos de peru, a salsa e os coentros, a soja e o tofu.
Todos os alimentos saudáveis vinham clamar justiça: não tinham menos sabor que os torresmos ou a linguiça!
Salta a orelha de porco, já de pelos eriçados, rasgam-se de repente os sacos de rebuçados e toma a palavra a salsicha, teimando ter proteínas, defendendo os “pacotinhos”, que dizem ter vitaminas!
E como se não bastasse, concluiu o argumento, apontando como são e como alimento isento, o vaidoso pão-de-forma
Inchado pelo fermento!!
Não esperou pela demora, de engolir tudo o que disse: levou um pêro amarelo, que acabou com a trafulhice.
Mas não ficou por ali a discussão alimentar, que o salmão e as pevides também quiseram falar.
Vinham esclarecer que havia uma confusão: não era por serem gordos que eram maus para o coração! Explicaram, explicadinho, que há que saber comer: conhecer os alimentos, para os poder escolher.
Cada um tem o seu peso, cada um sua medida e cada dentada conta, na longa linha da vida.
Mereceu um grande aplauso esta conclusão sensata, com que todos concordaram, mas a sardinha brejeira, valendo-se da agitação - e sendo já menos cordata - mandou a aquela salsicha de volta p’ra sua lata.
Então a sobrinha ervilha, feita num molho de bróculos mas vendo não ter razão, reviu os seus fundamentos e fez nova declaração:
- Tragam-me um prato grande, que eu divida em três partes: a primeira, mais pequena, há-de ser para peixe ou carnes; a segunda maiorzinha, para batatas de verdade... e aqui deixo o compromisso: mas nem que caiam as paredes!, no espaço maior de todos... no espaço maior de todos!... ponham-me os legumes verdes!

Dalila Romão



Demorou muito tempo a decidir quem seria o vencedor do Concurso de Escrita Hipercriativa que lancei aqui. Este atraso deveu-se em grande parte a um fase de imenso trabalho que me tirou toda e qualquer hipótese de "fechar esta gaveta". Mas também se deveu a uma tremenda indecisão da minha parte. Li, reli e voltei ler os dois textos que todos vocês escolheram, e quanto mais o tempo passou, mais indeciso fui ficando. Qual dos dois textos escolher? A sensualidade nocturna e quase gótica de "O Pintor da Noite" ou a cacofonia bem humorada de uma manifestação de alimentos tão ricos em nutrientes como de personalidade de "A Sobrinha Ervilha"? Tons de azul escuro e preto, ou uma explosão de cor.
Pensei, pensei, pensei até o meu cérebro produzir fumo de incenso com aroma de ópio e, contra toda a lógica e sensatez que já deveria ter desenvolvido num momento em que estou completamente afogado em trabalho, fiz aquilo que se espera de um indeciso patológico que se depara com duas opções maravilhosas. De facto, qualquer um dos dois textos, por razões diferentes, espicaça-me a vontade de criar.

Já adivinharam? Isso mesmo, optei pelas duas.

Assim sendo, muitos parabéns à Dalila Romão e à Ana Paula Oliveira por me terem dado tanto trabalho e luta a escolher. Por isso mesmo, e conforme estipulado, oferecerei uma ilustração a cada uma das autoras, inspiradas nos respectivos textos.
Depois entrarei em contacto convosco para combinarmos os pormenores.

A todos os restantes concorrentes e participantes na votação, uma vez mais um muito obrigado pelo vosso contributo.

A noite cai de mansinho II



Uma lição de humildade.
Bem que tentei no último livro que ilustrei, mas nem que passasse o resto dos meus dias a pintar compulsivamente conseguiria sequer aproximar-me de um átomo do Genius Loci deste lugar.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A noite cai de mansinho


















Minuto após minuto, o horizonte incendiou-se e a noite caiu de mansinho, lânguida sobre a cidade.
Assiste-se a este momento, aqui deste lado do rio, neste lugar mágico, e fica-se marcado para sempre, como uma tatuagem em tons de fogo.



Washed out


Washed Out "Within and without"

Ando a ouvir isto em modo repeat nos últimos dias. Para quem gosta de mergulhar numa cascata sonora cintilante e cristalina. Música perfeita para um Verão que, por enquanto, tarda em aparecer.

domingo, 31 de julho de 2011

Santa Cruz Air Race




















No entanto, o dia não foi totalmente perdido. Deu para tirar uma fotos a algumas destas gloriosas máquinas voadoras.

Um sonho adiado por uns dias








É... há dias assim. hoje às 9 da manhã estava no aeródromo de Torres Vedras cheio de pica para dar umas boas cambalhotas num céu azul ciano a bordo de um avião neurótico pilotado por um piloto tresloucado, mas nem o céu estava azul, nem o avião chegou a ser neurótico (nem teve a oportunidade de o ser, pois não saiu do chão), e o piloto transparecia a calma de um monge budista. Tudo começou com um "pequeno"problema de motor (com se, no caso de um avião, o tamanho de um problema contasse para alguma coisa! Pequeno ou grande ficamos sempre acagaçados)  que foi atrasando o nosso voo. O problema foi resolvido mas a cereja no topo do bolo foi mesmo uma camada de nuvens teimosas apenas a 400 metros de altitude que tornaram um voo acrobático perigoso por falta de referências visuais. Quem quisesse voar poderia fazê-lo mas seria apenas um voo normal, sem cambalhotas, loops, quedas livres, forças g ou risos sádicos do piloto. Houve quem optasse por aceitar esta normalidade. Houve quem não optasse dando primazia à tão desejada embriaguez provocada por doses maciças de adrenalina. Eu fui um destes últimos: preferi adiar o voo por mais uns dias.
Quanto ao avião, é esta coisinha amarela linda e pequena que aparece nas fotografias. Mas não se iludam, é mais nervoso que um touro mexicano alimentado a chilli com 23 latas atadas ao rabo a perseguir uma linda e sexy vaca escocesa, tudo isto dentro de uma loja da Vista Alegre.

Ui! Mal posso esperar para montar este descapotável.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sonhos: Voar II

Fatboy Slim - Sunset (Bird of Prey) por CachanGhetto







Por vezes vemos um sonho ser cumprido sem estarmos à espera, e sem termos feito grande coisa para isso. Foi o que aconteceu ontem, quando recebi um telefonema da TMN a informar-me de sou um dos premiados no concurso que envolve o evento Santa Cruz Air Race. Concorri há umas semanas atrás com uma frase que, acreditem, já nem me lembro com rigor, e agora só tenho de usufruir o prémio que é... um voo acrobático ultra-radical. Vai ser já no próximo sábado, logo pelas 9.30 h, no aeródromo de Torres Vedras.
Quem me conhece bem, sabe que que durante muitos anos acreditei que o céu era o meu destino. Cheguei mesmo a acalentar o sonho de ser piloto da Força Aérea Portuguesa e ainda agora tremo que nem bambú verde quando vejo qualquer notícia sobre a aventura espacial do ser humano. Sei que um dia ainda vou ver um nascer do sol a partir da órbita do nosso planeta.
Voar que nem um maluco, num avião especialmente concebido para isso, é um velho sonho de criança que agora vou ver cumprido. Já experimentei a força da gravidade, agora chegou a hora de experimentar as forças G.

Paulo "Iceman" Galindro...mmm...soa bem!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Natalina II


Este era um post que estava guardado para o dia em que o nosso casamento fará 13 anos, no próximo dia 29 de Agosto. No entanto, cada vez mais sou apologista de que não devemos procrastinar naquilo que é essencial e por isso mesmo invisível aos olhos (obrigado Principezinho e Saint-Exupéry, pela repentina fonte de inspiração). Podemos simplesmente nunca mais ter a oportunidade de o fazer.

Fiz esta banda desenhada para oferecer à minha namorada há 22 anos, quando tinha a bela idade de 19 e a cabeça ainda coroada com uma bela cabeleira digna de um autor de telenovelas venezuelano.
Na altura estava a prestar provas para piloto da Força Aérea, e ainda não sabia o que o futuro me reservaria:
Não sabia ainda que a única coisa que os aviões e o meu destino tinham em comum seria o facto de um dia vir a andar sempre com a cabeça nas nuvens;
Não sabia ainda que viria a ser arquitecto;
Não sabia ainda que viria a ser ilustrador (apesar de secretamente sonhar com isso desde os 6 anos), e a arquitectura passaria para 2º plano;
Não sabia nem sequer podia conceber que um dia viria a ser careca;
Não sabia ainda que a namorada para quem esta banda desenhada foi criada viria a ser a minha mulher e mãe dos meus filhos.
Não sabia ainda 1.000.000.000 de pequenos nadas que por isso mesmo são tão importantes.

É, de facto não sabia nada de nada mas pressentia (intuição masculina?) que esta mulher era especial e que de alguma forma o meu destino passaria por ela. E por isso, dediquei-lhe algo que sempre gostei de fazer... um desenho, ao qual pomposamente gosto de chamar Banda Desenhada (peço desde já perdão aos verdadeiros autor desta nobre arte de contar uma histórias). Nestas 4 pranchas despejei tudo aquilo que sentia por esta mulher, de uma forma ingénua, naíf e ainda muito limitada pela minha idade e pouca experiência em desenho e no entendimento do sexo oposto (confesso que aos 41 anos continuo a ter um défice nestas duas áreas). Não obstante estas limitações, mesmo agora que sou ilustrador profissional, este é um dos meus trabalhos mais poderosos e sinceros.

Há poucos dias, enquanto procurava uma fotografia, encontrei por acaso os originais desta banda desenhada, e emocionei-me porque viajei no tempo ao interior do meu coração ainda adolescente, quando nada sabia mas tudo pressentia quando estava frente-a-frente com alguém que brilhava mais do que todas as outras raparigas com quem me relacionei.
A vida e a vidinha, a espuma dos dias, os problemas e os obstáculos levam-nos indubitavelmente ao esquecimento daquilo que é essencial e invisível aos olhos. Construir um casamento, uma relação ao longo dos anos, natal após natal, é um desafio constante. Duas galáxias que umas vezes colidem de forma épica, outras se harmonizam na perfeição, numa valsa que, no nosso caso, deu origem a duas pequenas estrelas. Nada é fácil nesta dança, muitos desistem pelo caminho, e muitas foram os momentos de fraqueza em que nós mesmos pensámos em desistir. O prémio é único e tentador... a construção, piso-a-piso, de um edifício que por ser tão alto, pode  chegar à lua. Mas, por vezes, temos de descer às fundações deste edifício, vislumbrar-lhe os pilares, reforçar onde é preciso, reconstruir parte da estrutura se necessário, para que lá em cima, junto ao céu, não abane tanto.

Hoje, ao ler estas 4 pranchas feitas por um rapaz onde ainda cabiam todos os sonhos do mundo, visitei as fundações do nosso arranha-céus, e apercebi-me que, apesar de tudo, elas estão fortes e para durar. Não sei se será a peso religioso e assustador do "Amar-te-ei até que a morte nos separe", e sinceramente nem quero saber. Por mim, prefiro muito mais a leveza e a transparência da poesia de Vinicius de Moraes:

"(...) Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure".

Hoje, 22 anos depois, reitero tudo o que aquilo que escrevi e desenhei nestas folhas já amarelecidas pelo tempo. Voltaria a fazer tudo outra vez. Muitas vezes. Contigo.



Amo-te


PS: Espero que não leves a mal nem te sintas constrangida pela transparência desconcertante deste post. Às vezes sabe bem subirmos a uma montanha e gritar bem alto.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Boa Calvin!


Faço minhas as palavras deste puto cheio de personalidade. Nem 8 nem 80... prefiro o 8.000.000.000.

domingo, 17 de julho de 2011

Natalina




Como estás irresistivelmente linda nas duas fotografias, fiz aquilo que se espera de um indeciso compulsivo como eu... escolhi as duas.


Parabéns, minha querida, pelo teu aniversário.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Campeão de apneia



Miguel Cóias Galindro, 4 anos, campeão mundial de mergulho em apneia - 11,50 cm de profundidade - em ambiente de banheira acrílica. Em declarações ao Jornal "Bathtub Today", ele prometeu que não vai ficar por aqui, e que durante as próximas semanas irá tentar superar-se, chegando à impressionante marca de.... 12,30 cm. A ver vamos.
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