quinta-feira, 26 de maio de 2011

Palavras para quê?








Há coisas que por serem tão boas, perdem algo de muito especial se as tentarmos explicar.
Contrariando a ideia de muita gente que me conhece que acha que falo pelos cotovelos, esta é uma daquelas raras vezes em que vou ficar bem calado, bem quietinho.

Assim


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terça-feira, 24 de maio de 2011

O que é "The National", é bom



É hoje o grande dia... o dia de ver uma das minhas bandas de culto. São os "The National", e vão actuar às 22:00 no Campo Pequeno. Os bilhetes foram um presente de natal. Um presente que nos deixou durante estes 5 meses a sofrer por antecipação. Esperam-se arrepios, emoções à flor da pele, luz e trevas, poesia, energia a rodos, momentos mais delicados que cristais de neve e acima de tudo, música fabulosa, épica e arrebatadora. Imperdível.

domingo, 22 de maio de 2011

Minuto 42


Toda o programa foi extremamente interessante. Aconteceu na TVI no passado dia 11 de Maio, chama-se "Nada de cultura", e os convidados David Machado, Paulo Ferreira, António Figueira e Patrícia Reis debruçaram-se sobre o tema "Como se constrói uma história? Quais são os caminhos perdidos da ficção portuguesa?". E, já agora, prestem particular atenção ao minuto 42.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Uma surpresa







Enquanto, para grande espanto meu confesso, começam a surgir algumas polémicas sobre a temática deste livro (um assunto sobre o qual falarei aqui mais tarde), fiquei muito feliz quando me apercebi deste post do Nilton no Facebook. É também muito interessante ler os comentários (são neste momento cerca de 80) para se ter uma amostra da percentagem de pessoas que gosta ou se sente atraído pelo livro e aqueles que simplesmente se sentem ofendidos pelo mesmo (sem sequer o terem lido!), estes últimos numa percentagem pequena, mas ainda assim reveladora dos imensos tabus e ideias pré-feita que ainda pululam neste país.
Como disse, falarei mais detalhadamente deste tema daqui a uns tempos, no entanto gostaria desde já fazer aqui um manifesto pessoal:


Eu, Paulo Galindro, ilustrador do livro "Sabes que também podes ralhar com os teus pais?" (e também de "Sabes como é que os teus pais se conheceram?"), não tenho qualquer problema em afirmar que me revejo em 10 das 16 situações aqui retratadas. Não tenho qualquer problema em afirmar que gostaria muito que os meus filhos soubessem ralhar comigo nesses momentos (sempre de uma forma construtiva, como aliás é salvaguardado na introdução do livro) e exigir aquilo que eles têm direito, a partir do momento que nós decidimos, num acto de amor, colocá-los neste mundo maluco e belo. Aliás, se eu não sentisse esta tremenda empatia com a temática deste livro em particular, e se discordasse inteiramente do que ali é dito, não teria aceitado este trabalho. Seria um objector de consciência.

Ponto final.

Miguel "Don Juan" Cóias



Que o Miguel, com 4 anos, é um grande maroto com as meninas já eu sabia. Com uma dimensão e peso ainda muito portáteis, pouco mais alto é que os botões da nossa máquina da lavar loiça. No entanto, o que lhe falta nos eixos X, Y e Z e em massa corporal, sobra-lhe na nobre arte da sedução (também conhecida tecnicamente como canção do bandido ou do engate). Por incrível que pareça, já assistimos a uma conversa entre ele e uma menina de 17 anos, onde a pobre coitada foi bombardeada com doses maciças de charme e (já?!?!?!?) alguma malícia, tudo devidamente condimentado com perguntas bem marotas, até para os padrões de um miúdo com o dobro da idade dele. Também são muitas as vezes em que as educadoras nos disseram que ele é um esbanjador de beijos com as meninas da turma, muitos deles já na boca (isto numa altura em que o João, com 10 anos, ainda acha nojenta a ideia tal manifestação de afecto com "(...) as tontas das meninas").
Pois bem, a última manifestação Don Juanesca do Miguel aconteceu hoje: quando fui buscar o João à escola, a Marta da turma dele veio ter comigo e disse:

Marta - "Pai do Miguel, ó pai do Miguel, um dias destes vou dormir à tua casa!"
Eu - "Eu sei, eu sei... o Miguel já me disse." (e disse mesmo, a Marta é a grande paixão do Miguel, ou melhor, uma das maiores, e também uma grande amiga!)
Marta - [risinhos]
Eu - Ó Marta, então tu é que és a namorada no Miguel?
Marta - [risinhos e cara de indignação] Não sou só eu... nós somos imensas... muito mais do que quatro! [isto enquanto me mostrava orgulhosamente 4 dedos da sua mão esquerda]

Eu - ...






Epílogo - Acho que vou ter de ir beber um copo com o Miguel (uma b'jeca e um copo de leite de crescimento, respectivamente) e ter uma conversinha de homem para homem com ele.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Retorno às origens



Costuma-se dizer que não devemos voltar aos lugares onde fomos felizes.
Já o fim algumas vez, e vou voltar a fazer o mesmo amanhã.

Vou retornar às minhas origens.

Amanhã vou passar a manhã inteirinha na escola onde mais gostei de estudar e onde tomei algumas das decisões na minha direcção académica que iriam alterar para sempre o curso da minha vida... a Escola Secundária de Santo André - Barreiro.
A escola onde fiz grandes amigos, e outros nem por isso;
onde fiz um monte de desenhos nas mesas (Ups! espero que ninguém esteja a ler isto aí desse lado);
onde me apaixonei várias vezes;
onde me desiludi muitas vezes;
onde faltei algumas vezes às aulas para namorar na parte de trás dos pavilhões (um clássico);
onde, nos convívios de sábado à tarde dancei até cair para o lado ao som de "Summer of 69" de Bryan Adams e de "Roadhouse Blues" de The Doors;
onde o Paulo Galindro que sou hoje, com tudo o que isso significa, era apenas um esboço... um primeiro esboço num caderno que ainda tem metade das folhas para desenhar. And the best is yet to come.

Não obstante a escola estar completamente transformada ao ponto de não a reconhecer, de alguma forma, sinto que amanhã o ciclo completar-se-á. Vou estar com um monte de alunos de várias áreas, mas muito especialmente de artes, e também com os professores. Alunos que tal como eu sonhei quando tinha a idade deles ( e de certa forma ainda sonho), sonham que podem e devem mudar o mundo, torná-lo num lugar melhor. O cartaz chama-lhe formalmente de palestra / conferência. Eu prefiro pensar num diálogo, numa transmissão sincera, aberta e apaixonada de um pouco de tudo aquilo que fui aprendendo ao longo do meu trajecto profissional como ilustrador.
É algo que simplesmente adoro fazer.
E se tal como algumas das pessoas que cruzaram na minha vida,  no meio de tanta gente conseguir tocar -  mesmo que muito ao de leve - no coração e na alma de alguém, para mim o dia já valeu a pena.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Rio, o maldito 3D e uma escada rolante em madeira (que não rola)






No Domingo, foi dia de cinema. Fomos ver o "Rio", realizado por Carlos Saldanha, o mesmo realizador - brasileiro por sinal - que realizou "A Idade do Gelo". O filme foi absolutamente impressionante. Ultrapassou as minhas maiores expectativas. O que estraga tudo, uma vez mais, é o facto de Hollywood não perceber de uma vez por todas que o 3D não é de todo uma experiência muito agradável, especialmente para as crianças. Normalmente só vamos ver a versão "normal" dos filmes, mas este foi de todo impossível pois a versão normal ou não existiu, ou depressa foi retirado das salas. O Miguel, com 4 anos, até achou uma certa piada no início. Mas depressa se fartou e começou a tirar os óculos, não só porque estes - de medida única e activos, pois são daqueles que levam uma pequena pilha, logo mais pesados - só têm uma medida única, como também pelo próprio efeito 3D que, segundo muitos especialistas, é prejudicial ao sistema nervoso central ainda em formação das crianças mais pequenas. A sorte é que ele, num gesto de grande maturidade, decidiu que dormir era bem mais agradável.
Eu, com 40 anos, tive de tirar várias vezes os óculos para deixar os olhos "respirarem", e descansarem um pouco. Decididamente, não acho piada nenhuma a esta modernice do 3D.

Nota final: Uma nota final para a solução adoptada para algumas das escadas rolantes deste centro comercial - Beloura Shopping - que por representarem bem o estado deste país, não quis deixar de as mostrar aqui. Alguém se deu ao trabalho meticuloso de reproduzir em madeira, com rigor, as anteriores escadas rolantes, ao ponto de os degraus terem alturas diferentes conforme nos aproximamos das extremidades da escada. Um mimo estético, uma aberração na segurança dos utilizadores ou uma metáfora perfeita para uma máxima que em Portugal parece ter vindo para ficar: "Mais vale parecer do que ser"? As três opções!

domingo, 15 de maio de 2011

Tatuagem de livros







 Este port está um pouco desactualizado, pois refere-se a um momento que já tem 1 semana. De qualquer forma não quis deixar de registar a primeira vez em que eu e a Natalina estivemos juntos numa sessão de tatuagem de livro, na Feira do Livro.
Na fotografia podem ver a autora do texto de "O Cuquedo". Quanto ao autor do texto do livro "Hoje não quero dormir!" ilustrado pela Natalina - Alexandre Honrado -  não pôde estar presente por razões de saúde.
A última foto representa um momento mágico para o Miguel, que finalmente conheceu o Carteiro Paulo em esponja, suor e osso.

Lançamento de Livros









Ontem foi dia de lançamento dos livros "Sabes que também podes ralhar com os teus pais?" e "Sabes onde é que os teus pais se conheceram?", escritos por Maria Inês de Almeida e ilustrados por mim, com edição da Booksmile. O convidado de honra da autora foi Frei Bento Domingues. O meu, Dr. Mário Cordeiro, médico pediatra dos nossos filhos desde sempre, e alguém cujo trabalho multifacetado muito admiro. Espiritualidade e ciência juntos no mesmo palco... 
Foi muito bom ver tantas caras amigas no meio de um monte de gente que, para grande surpresa minha, assistiu ao evento.
Quero agradecer:
Aos meus pais, pela boa ideia que tiveram numa maravilhosa noite de Outubro de 1969;
À minha família por me aturar todos os minutos em que ando meio descolado do chão, e que - mais do importante do que tudo -  me ajuda a levantar quando ando colado de mais ao chão;
A todos os meus amigos que me acompanham, e que também eles me aturam nos meus momentos luminosos de astronauta, mas também os meus momentos negros de mineiro.
Ao meu agente, Paulo "booktailors" Ferreira que acredita e aprecia o meu trabalho, e que tem sido um óptimo guia deste navio que ainda anda meio perdido no oceano.
E por fim, ao universo, pois desta forma não deixo ninguém de fora.

 

sábado, 14 de maio de 2011

Groove






Esta semana tenho estado em casa... ordens do médico, ainda no rescaldo da semana passada. Não vou dizer que não soube bem pois estaria a mentir. Este tempo extra inesperado permitiu-me resolver algumas pontas soltas que tinha cá por casa. No entanto, devo admitir que já estava a ficar um pouco farto, ainda por cima com o sol lindíssimo que tem estado lá fora, cujo raios apenas me tocaram na pele nos momentos em que  levei a Skye à rua (neste aspecto também foi bom, porque finalmente consegui fazer com que ela faça os cócós e os xixis na rua... agora só falta mesmo conseguir que ela os deixe de fazer em casa).
A minha fase de eremita terminou oficialmente ontem, e esse momento não poderia ter sido celebrado da melhor forma... tive  meu baptismo de fogo na música, pois os meus amigos Marc, Ricardo, António e Paulo (também conhecidos por Karma Colective) convidaram-m a tocar com eles ao vivo, aos comandos de uma aplicação para o IPad chamada FunkBox, e que se tornou conhecida por ter sido utilizada pela banda Gorillaz  para gravar o último álbum "The Fall" (aliás, a banda de Damon Albarn utilizou um monte de aplicações para IPad, Iphone e outras coisas começadas por I maiúsculo para gravá-lo). Trata-se de uma aplicação que emula as principais caixas de ritmos que fizeram a história da música moderna. Posso dizer que a minha estreia musical não poderia ter sido mais ritmada, entre grooves e beats, planantes umas vezes, desvairados noutras. Foi no mínimo embriagante, e assim que me for possível, partilharei aqui convosco a gravação do espectáculo, em som e imagem.

Este concerto enquadrou-se numa exposição comemorativa dos 20 anos de artes plásticas da ESAD - Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, e que está a decorrer no Edifício XXI no Pólo Tecnológico Lisboa - Carnide. Por se tratar de um edifício ainda em construção, revelou-se um espaço perfeito para albergar as peças em exposição, como podem ver nas fotografias abaixo.



























domingo, 8 de maio de 2011

A Raiz Sem Medo



Com tudo o que se tem passado comigo nas últimas semanas em termos de saúde, e ainda a loucura que foi finalizar as ilustrações e a respectiva paginação dos livros "Sabes que também podes ralhar com os teus pais?" e "Sabes onde é que os teus pais se conheceram?" editados pela Booksmile, esqueci-me de fazer referência aqui a um livro também ilustrado por mim, e que já está à venda há alguns dias. Um lapso imperdoável da minha parte, dos muitos que cada vez mais tenho (gostava de dizer que para além do cansaço, a culpa é da idade, mas só tenho 40 anos). Chama-se "A raiz sem medo" e a história é da autoria de Maria de Lourdes Soares, numa edição da Editora Paulinas. Este livro faz parte de uma colecção chamada "Mãos Verdes", da qual fazem parte os livros "A semente sem sono" e "A flor do coração", ilustrados pela Natalina para a mesma autora. Num registo em tudo diferente do que já fiz até agora, foi um livro muito difícil de ilustrar, não só porque toda a narrativa se passa no interior da terra, mas também porque o personagem principal é uma raiz, que constituiu um verdadeiro desafio no que se refere à procura da melhor solução gráfica para a sua representação, assim como da sua personalidade. 



sábado, 7 de maio de 2011

Como descrever a leveza




Depois de vários meses com sintomas cada vez mais estranhos.
Depois de fazer um monte de exames cada vez mais esquisitos e difíceis.
Depois de um último exame num bloco operatório, que tendo em conta a parafernália tecnológica e humana que se dedicou à minha causa deve ser mesmo muito doloroso mas que, com a benção de uma substância chamada Diprivan (ou Propofol), levantei voo de um ninho de cucos e voei sobre um campo de morangos e depois adormeci. E depois acordei e acho que convidei todos para beber uma bjeca e perguntei a um médico ou enfermeiro se tal como na "Anatomia de Grey", também eles têm uma sala onde dão q..... (ou se calhar sonhei, não sei). Tudo isto devidamente alinhado com um fio de baba que venceu várias vezes a minha força de vontade e se deixou vencer pela força da gravidade.
Depois de um dia horrível à espera dos tão temidos resultados.
Depois de 3 horas na sala de espera do consultório onde fiz tudo e não fiz nada, e pensei em como tudo o que achamos permanente e indestrutível na nossa vida é, afinal, tão frágil e etéreo.
Depois de tudo isto, e um monte de outros pequenos nadas que me tiraram o sono e o brilho nos últimos dias,
Soube finalmente que os piores receios - do médico e acima de tudo meus - eram infundados... e tudo irá ao lugar com 2 lindos comprimidos durante 60 lindos dias.

Nem vou descrever o que sinto... apenas desejo que aquilo que senti antes, e aquilo que sinto agora, se mantenham para sempre na minha memória. É do contraste entre estes dois momentos que sai a mais profunda e genuína sintonia com o universo. E a pura alegria de se estar vivo também.

Obrigado a todos os que me apoiaram

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Booktrailers






Aqui estão os booktrailers dos livros "Sabes que também podes ralhar com os teus pais?" e "Sabes onde é que os teus pais se conheceram?", escritos pela Maria Inês de Almeida, e ilustrados por mim. A edição é da Booksmile. Lançamento oficial no dia 14 de Maio, pelas 16 horas, na Praça Verde da Feira do Livro.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Todas as mãos que nos embalam



Ultimamente tenho andado com alguns problemas de saúde um pouco complicados. Na verdade, ainda não sei com o que é que estou a lidar. Nas últimas semanas fui fazendo uma série de exames cada vez mais difíceis, dolorosos e, confesso, constrangedores. Sem entrar em mais delongas, até porque não é sobre isto que quero escrever, os últimos exames que fiz - e cuja natureza faço questão de esquecer - o diagnóstico revelou a necessidade de fazer mais um exame, que por ser tão... especial... me vai obrigar a uma viagem psicadélica sob o efeito de uma boa dose de anestesia (pelo sim pelo não, vou levar o meu leitor de MP3 com alguns álbuns dos Doors para ajudar a "trip"). Não sei qual será o resultado, nem ouso fazer quaisquer previsões. Vou para o hospital totalmente em branco, mas não mentirei se disser que pela primeira vez, temo verdadeiramente pela minha saúde, pois sinto que a linha que divide a vida nestas situações, pode ser mesmo muito ténue.

Medo.. é isso mesmo... estou com medo. No que de mais humano tem esta emoção... o medo do desconhecido.


Mas do que quero mesmo falar é daqueles que me rodeiam e que amam (é bilateral), e que têm sido incansáveis no afecto e no apoio. Falo da Natalina - uma deusa da paciência para com alguém que é um verdadeiro desafio aturar no dia-a-dia. Falo dos meus pais, cujo actual tom de voz me faz recordar quando, em pequeno e perante uma qualquer doença ou medo nocturno, me reconfortavam com palavras doces enquanto me acaçapavam os cobertores. Falo dos meus amigos e irmãos que nunca tive, que cada um à sua maneira, mais ou menos desastrada, mais ou menos tonta, mais ou menos sensível, tudo fazem para construir em torno de mim uma estrutura sólida que me segure caso venha verdadeiramente a precisar. Falo também de alguns amigos que sem os conhecer em carne e osso, mas apenas e unicamente em pixel e alma, se revelaram almas gémeas que - por artes mágicas que a maturidade me ensinou a nem sequer questionar - sinto que os conheço desde sempre. São muitos, alguns daqui do blog, outros do Planeta Facebook. Sem preferência nem prejuizo da importância de qualquer um deles, gostaria de deixar aqui um excerto de um mail que João Carlos Lages - uma desses pessoas singulares que não conheço pessoalmente, mas que com quem mantenho um contacto permanente e empático pelo universo de paixões em comum - que me escreveu :

"(...) Durante a nossa vidinha, somos postos à prova algumas vezes, bastantes até... e às vezes com sustos que até fazem tabela!!! de uma maneira ou de outra, soubemos sempre dar a volta. E ainda aqui estamos. Empurrão daqui, empurrão dali, amigo Paulo, temos muita música para ouvir, muitos momentos para ver, muitos abraços para dar, muita estrada para fazer...
Não permitas que o medo canibalize a dúvida... não te serve nenhum propósito.
segue o teu caminho bem porque vais sair dessa prova renovado
Afinal, foi mais uma prova, daquelas que a vida nos prega, constantemente...


namaste


A música é uma excelente terapia... comer fruta também
Pintar, descobrir, escrever...
Rir
Conhecer, inventar...
Ouvir


Beber e jantar...
e rir outra vez


todos os dias assim"

Como disse, não sei nem quero sequer imaginar hoje o que poderá sair do exame que vou fazer na próxima quinta. Seja lá o que for, de um determinado ponto de vista, já valeu a pena.

Um convite do fundo do coração



Apareçam... gostava tanto que estivessem presentes. Sem a vossa a presença nada disto fará sentido.

domingo, 1 de maio de 2011

Concurso de Escrita Hipercriativa - Os resultados finais




Demorou mais do que o previsto, pois o trabalho tem sido muito e a minha saúde decidiu também pregar-me algumas valentes partidas. Mas prometido é devido, e aqui estão os resultados finais do Concurso de Escrita Hipercriativa, lançado aqui em Outubro.
Assim sendo, os 411 votos registados neste blog e no facebook (em comentários e em "gosto")  ditaram os seguintes resultados:

1º Lugar: "Sobrinha Ervilha" de Dalila Romão - 187 votos
2º Lugar: "O Pintor da Noite" de Ana Paula Oliveira - 148 votos
3º Lugar: "Neptuno Infinito" de João carlos Lages - 60 votos
4º Lugar: "Passeio" de Célia Fernandes - 16 votos

De referir que esta é a contagem final, já descontando todos os votos repetidos, que por uma questão de justiça, não foram contabilizados, assim como todos e quaisquer comentários dúbios na apreciação (para mais pormenores sobre os meus critérios, ver aqui). Deste modo, e como previsto desde o início, irei reler 52.368 vezes cada uma das duas histórias vencedoras, e ainda esta semana anunciarei aqui sobre qual irá recair o meu voto final.

Quanto ao sorteio de um livro entre todos aqueles que votaram (conforme prometido no Facebook), houve uma mudança de planos... devido ao enorme número de votantes e ao tremendo esforço que tive de fazer para registar exaustivamente cada um deles (foram 3 noites dedicadas só a essa tarefa), decidi não oferecer um mas sim dois livros a dois nomes sorteados. Esses livros serão "Sabes que também podes ralhar com os teus pais?" e "Sabes onde é que os teus pais se conheceram?", com textos de Maria Inês de Almeida e ilustrações da minha autoria, e editado pela editora Booksmile. Estes livros serão oficialmente lançados no dia 14 de Maio na Praça Verde da Feira do Livro, uma pequena cerimónia para a qual todos estão convidados (mais informações aqui). Deste modo, e após o sorteio, tenho o prazer de informar que os nomes seleccionados aleatoriamente foram:

Rosário Santos - 1º livro
Madalena Barros Gomes - 2º livro

A todos os participantes e votantes, um imenso agradecimento pela vossa intervenção nesta minha maluquice. Fiquei assombrado com a qualidade dos textos. Um dia voltarei a repetir a experiência.

Aquele abraço
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