terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Run Baby Run

Run Baby Run from Paulo Galindro on Vimeo.

Quando vou correr com a Skye, é raro o dia em que ela não encontra um ramo que possa transportar ao longo dos 10 km que costumamos correr juntos, no paredão de Oeiras. Não pode ser um ramo qualquer... Quanto maior e mais pesado melhor. Já a vi transportar ramos com um comprimento superior à largura do paredão, o que como é óbvio funciona como uma vassoura que varre tudo o que encontra pela frente (ciclistas e corredores incluídos). Este filme mostra um desses momentos.

A Luz que me tatua os olhos

"Selfie Wet Man"
por Paulo Galindro
Cais do Sodré
11 de Fevereiro pelas 8:23h

"(...) Raindrops keep falling on my head,
But that doesn't mean
My eyes will soon be turning red
Crying's not for me
Cause I'm never gonna stop the rain
By complaining
Because I'm free,
Nothing's worrying me!
It won't be long,
Till happiness steps up to greet me."

B.J. Thomas "Raindrops keep falling on my head"

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Para Castelo Branco eu fui












Estar com os donos deste olhos onde cabe o universo inteiro e ainda o quintal, é das coisas mais inspiradoras do mundo. Ao falar com eles e ao ver o meu trabalho através dos seus olhos, acabo por me conhecer melhor a mim mesmo... Onde estou, o que já percorri, e para onde irei. Obrigado por existirem por detrás dos livros que vou ilustrando, e à frente da minha vida. São vocês a razão desta loucura em que me decidi meter desde os meus 6 anos.
Podem ver uma pequena reportagem sobre o Festival Literário de Castelo Branco e as minhas intervenções aqui e aqui (aos 14 minutos e 36 segundos).

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Para Castelo Branco eu vou


 



A caminho do Festival Literário de Castelo Branco. Amanhã vou estar na Escola Básica Afonso de Paiva, com o 3º ciclo, na companhia da escritora Maria Manuela Viana. À tarde irei estar na Escola Básica Faria de Vasconcelos, com alunos do 1º e 2º ciclos, na companhia do escritor António Torrado.
O tema base destas conversas é "Escrever é um ato de rebeldia". E é nessse comprimento de onda que irei basear a minha intervenção... Irei provar que desenhar é um ato de grande coragem.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Um coração sujo



O trabalho 100% analógico pode ser:

Sujo
Caótico
Desarrumado
Peçonhento
Imperfeito
Irritante
Frustrante
Peganhento
Anárquico
Rugoso
Desconcertante
Áspero
Humilde
Imprevisível
Angustiante
Por vezes assustador
Por vezes perigoso
Difícil se não impossível de ser sujeito a alterações (Undo, onde andas tu?)
Destituído de planos B, de redes de protecção e de layers que se podem mover, copiar, alterar ou apagar.

Sim. Pode ser tudo isso. Mas é também fonte de um prazer e de uma alegria inimagináveis, difíceis de expressar por palavras. Céus, como é bom ver uma pilha de placas de MDF, neutras e sem vida, transformarem-se algo mais, algo especial, algo vivo...

...as ilustrações do próximo livro.


Vivo no século XXI. É impossível não me deixar seduzir pela rapidez, simplicidade, eficácia e limpeza da ilustração digital. Mas o meu lar é aqui, neste mundo caótico e sujo. Porque o Lar é onde o Coração está. E o meu Coração está sujo de tinta.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A Luz que me tatua os olhos

"O peso de um arco-íris"
por Paulo Galindro
15 de Janeiro de 2014, pelas 8:43 h
algures no rio Tejo


"We are Rainbowarriors
Evil come not near 
Rainbow path awaits us 
With hearts of love and tears" 

CocoRosie, "Rainbow Warriors"

A Luz que me tatua os olhos

"Selfiemademan"
por Paulo Galindro
24 de Janeiro de 2014, pelas 8:18h
Cais do Sodré


"Well, you wonder why I always dress in black,
Why you never see bright colors on my back,
And why does my appearance seem to have a somber tone.
Well, there's a reason for the things that I have on.

I wear the black for the poor and the beaten down,
Livin' in the hopeless, hungry side of town,
I wear it for the prisoner who has long paid for his crime,
But is there because he's a victim of the times.

I wear the black for those who never read,
Or listened to the words that Jesus said,
About the road to happiness through love and charity,
Why, you'd think He's talking straight to you and me.

Well, we're doin' mighty fine, I do suppose,
In our streak of lightnin' cars and fancy clothes,
But just so we're reminded of the ones who are held back,
Up front there ought 'a be a Man In Black.

I wear it for the sick and lonely old,
For the reckless ones whose bad trip left them cold,
I wear the black in mournin' for the lives that could have been,
Each week we lose a hundred fine young men.

And, I wear it for the thousands who have died,
Believen' that the Lord was on their side,
I wear it for another hundred thousand who have died,
Believen' that we all were on their side.

Well, there's things that never will be right I know,
And things need changin' everywhere you go,
But 'til we start to make a move to make a few things right,
You'll never see me wear a suit of white.

Ah, I'd love to wear a rainbow every day,
And tell the world that everything's OK,
But I'll try to carry off a little darkness on my back,
'Till things are brighter, I'm the Man In Black."

Johnny Cash "Man in Black"

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Triste. Tão triste.














“O horror! O horror!”


Kurtz, em "Heart of Darkness", de Joseph Conrad
(Mais tarde adaptado para o cinema por Francis Ford Coppola, em Apocalipse Now)



Longe da vista, longe do coração. Longe do coração, longe da mente. O problema, é quando a natureza reduz essa distância, e nos confronta com a dura realidade... Estamos - e já não é a pouco e pouco - a destruir o delicado equilíbrio que faz com que esta linda esfera azul seja tão aconchegante à nossa espécie. A tragédia é que, do alto da nossa arrogância e cegueira humanas, nem sequer nos apercebemos - ou então estamos em suicida negação - que, eventualmente, o equilíbrio será sempre reposto. Só que um equilíbrio que poderá ser inviável para a vida como a conhecemos. E muito especialmente, para a vida humana.

Ontem fomos a Carcavelos. Adoro estar perto do mar, especialmente quando ele nos mostra a sua força brutal, que por vezes mais parece uma tentativa desesperada para expulsar o lixo humano que que cada vez mais o contamina. A imagem do areal não podia ser mais triste e degradante. No meio do lixo orgânico, uma quantidade infindável de garrafas de plástico e respectivas tampas, garrafas de vidro, cotonetes (eu diria que milhões, biliões desses pequenos palitos azuis... enão estou a exagerar), latas de refrigerantes, embalagens de todo o tipo, sacos, beatas e uma míriade de outros objetos como ténis velhos, redes de pesca, pedaços de mobiliário e de electrodomésticos, os restos de um sofá, vestígios de peças de roupa, bolas furadas e sei lá mais o quê. Ainda no que se refere ao departamento dos plásticos, vi na areia minúsculas partículas de plástico, de todas as cores e tamanhos, algo que comprovou o que o meu grande amigo Marc, grande defensor desse magnifico animal que é o Albatroz (Um das muitas espécies que estão pagar muito caro pelos nossos erros), já me tinha dito: com o tempo o plástico fragmenta-se de tal forma, que as suas partículas, cada vez mais pequenas, entram na cadeia alimentar de muitas espécies marinhas, com tudo o que horrível se possa imaginar a partir daí. E se esta imagem não for suficientemente chocante, lembrem-se... ao consumirmos peixe, podemos estar também a consumir plástico. Literalmente.

Escusado será dizer que com a subida da maré, todo este lixo acabou por voltar ao mar. Para longe da nossa vista, do nosso coração, e da nossa mente.

É este o mundo que os nossos filhos irão herdar.

Infinita tristeza.

Caso queiram saber mais sobre toda esta tragédia, é favor seguir os links abaixo indicados. Mas aviso já, a viagem não será fácil:

http://vimeo.com/25563376
http://www.midwayjourney.com/
http://plasticpollutioncoalition.org/learn/basic-concepts/
http://www.youtube.com/watch?v=WlMS-LuRIYc
http://www.youtube.com/watch?v=Se12y9hSOM0

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Construir um lar com papel












"Uma casa para 2 amigos"
por Paulo Galindro
Cartão, papel, cola branca, páginas de livros, uma paleta e uma luz de Natal
Dezembro de 2013




There is a house built out of stone
Wooden floors, walls and window sills
Tables and chairs worn by all of the dust
This is a place where I don't feel alone
This is a place where I feel at home

Cause, I built a home
For you
For me

Until it disappeared
From me
From you

And now, it's time to leave and turn to dust

Out in the garden where we planted the seeds
There is a tree as old as me
Branches were sewn by the color of green
Ground had arose and passed it's knees

By the cracks of the skin I climbed to the top
I climbed the tree to see the world
When the gusts came around to blow me down
I held on as tightly as you held onto me
I held on as tightly as you held onto me

Cause, I built a home
For you
For me

Until it disappeared
From me
From you

And now, it's time to leave and turn to dust



Casas, casinhas, casarões, casotas, cabanas, prédios, lares feitos de cartão, papel, cola, luz, e muito, muito amor. Porque um lar está sempre onde o nosso coração está. O coração, e as mãos.

Se quiserem uma como esta (que nunca sairá igual a esta ou a qualquer outra) é só contactarem-me... estou a aceitar encomendas de projectos.

PS: Até tenho medo de algum dia projetar novamente uma casa das grandes, daquelas que dá para viver lá dentro. Parece-me que a coisa vai dar para o torto, literalmente falando.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Recicla o espírito de Natal

"Recicla o espirito de Natal que vive em ti!"
por Paulo Galindro
Ilustração digital em iPad
Dezembro de 2013

Mais uma ilustração para a capa do destacável "Rebentos" que integra a publicação bimestral "Folha Viva", uma revista de ambiente do Centro de Educação Ambiental da Mata Nacional da Machada e Sapal do Rio de Coina, produzida pela Divisão de Sustentabilidade Ambiental da Câmara Municipal do Barreiro.

O tema?... adivinhem!

Nota: Esta imagem está protegida por direitos de autor. Não pode ser reproduzida, sob qualquer forma ou meio, sem autorização expressa do autor.
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A falar, a falar, é que nos inspiramos (e pelo caminho, salvamos o mundo)




Com um título destes, seria de esperar que trouxesse uma qualquer revelação inesquecível às vossas vidas. Mas tal como vocês, também eu ando à procura de um sentido para o Amor, a Arte e a Vida. E tal como vocês pouco ou nada sei sobre esses temas universais. Na verdade, acho que cada vez sei menos.

Mas sei que amo aquilo que faço, e que ainda acredito que a Arte e a sensibilidade para a beleza podem salvar o mundo.

O resto? O resto podemos descobrir juntos numa conversa amena, onde falarei de um pouco de tudo... de inspiração, de transpiração, de perseverança, de esperança, de humor, dos bastidores de um livro, de métodos de trabalho, de magia, do poder da cor e de dióspiros com canela. E no fim, com um pouco de sorte, poderemos ver um ou dois filmes desengonçados sobre aquilo que faço em paredes e afins.

Apareçam! Vai ser giro, e é por uma boa causa. Os visitantes são convidados a embrulhar os seus presentes na Casa Solidária, que conta com uma equipa de voluntários e um espaço exclusivo para o efeito. Quem quiser pode fazer um donativo, sendo um dos lemas: “Não tem de dar nada, mas pode dar tudo o que quiser.”
Também podem doar roupas para crianças e adultos que estejam em bom estado, sendo um dos lemas: “Do S ao XL, qualquer tamanho ajuda.”

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Um mundo mais pobre



Apesar de ser uma morte à muito anunciada, esta notícia doeu, e não foi nada pouco.
Ao lutar contra a rídicula dicotomia preto / branco em que muitos imbecis ainda defendem, este senhor tornou o mundo num lugar mais colorido e tolerante para os meus filhos viverem. E isso é dizer muito. Aliás, não consigo imaginar melhor cumprimento a um ser humano.
A pouco e pouco, este mundo louco em que vivemos vai-se tornando mais pobre também.

Resta-nos o privilégio raro de podermos partilhar esta bola azul-mar com almas tão evoluídas como a deste senhor.
Bodhicitta... é o nome que os budistas deram a estes seres humanos / farol... Mentes iluminadas imersas em compaixão que teimam em não deixar ninguém para trás, até que todos nós consigamos sair da Samsara, o ciclo interminável de nascimentos, sofrimentos e mortes.

Assim seja.

Até sempre



Fiat Lux!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

"Sem futuro, o presente não faz sentido"



Acabei agora mesmo de ler o livro “Índice Médio de Felicidade”, do meu amigo David Machado. Comecei a lê-lo na segunda-feira, nos transportes públicos, onde passo 4 horas por dia da minha vida. Não sabia o que esperar. Apenas que seria uma experiência muito boa. Outra coisa não poderia esperar do talento do David.

Talvez porque sinta um vazio dentro de mim, uma fome de algo que me indique um caminho. Uma fome de luz, no meio da escuridão em que todos fomos lançados. Talvez porque cada vez mais sinta necessidade de acredita que no final tudo ficará bem. E se tudo não está bem, é porque ainda não acabou. Movido por esta ânsia, e inspirado pelo amarelo da capa, pelo título sugestivo, e pela imagem idílica de uma carrinha amarela - que me traz à mente imagens sempre boas de mar, de sol e de surf - decidi subverter a ordem dos livros que se amontam na minha mesa-de-cabeceira, que entenda-se, é sempre da mais antiga aquisição para a mais atual. E este livro estava no fim da pilha, logo a seguir ao Mítico “Livro do Desassossego” de Fernando Pessoa, e a um monte de livros de Luís Sepúlveda.

Mas não foram só os aspectos estéticos do livro que contaram na equação. Como não poderia deixar de a intuição também contou, e muito. Não sou uma pessoa tipicamente otimista. Numa escala de Pessimismo / Otimismo de -5 a 5, eu ficar-me-ía pelo.... -1. O facto de o personagem deste livro estar imbuído de um otimismo à prova de bala foi por isso também determinante para subverter o pequeno mundo literário da minha mesa de cabeceira.

Desenganem-se desde já… este é um daqueles livros que não pode ser avaliado de ânimo leve pelo invólucro, vulgo capa. Esse desporto, a que por vezes eu também gosto de praticar, não pode ser aplicado de forma tão linear aqui. E ainda bem. Este livro é negro, denso, por vezes insuportavelmente triste, como são negros, densos e tristes os dias em que vivemos. O contraste com a capa não podia ser mais brutal, irónico, e no entanto, tão lógico. Porque a Luz e a Escuridão não vivem um sem o outro. A falta de um aniquila imediatamente o outro. E uma mancha negra é muito mais negra quando rodeada de um mar de branco, numa operação aritmética onde é aplicável a lei da comutatividade da adição. Ou seja, o contrário também é verdade.

Nas suas páginas, somos atirados para o dia a dia de alguém, cujo mundo, lentamente e de forma quase cruel, se vai desmoronando. E digo-vos uma coisa… não é um processo fácil de se ler. Por vezes marejam-se-nos os olhos. Por vezes irritam-se-nos os nervos. Por vezes enternece-nos o coração. E ao fim e ao cabo, esta é uma ruína iminente que a todos nos ameaça, neste pobre país abandonado ao demónio do dinheiro e dessa figura abstrata chamada Mercado. É exatamente aí que reside o poder deste livro… na facilidade com que encarnamos os personagens. Nos tempos que correm, esta é uma história de sobrevivência e de redenção na qual qualquer um de nós poderia ser o personagem principal (á exceção de 1% de eleitos, mas isto eu não precisava de dizer).

"E pur si muove!". "E no, entanto, ela move-se!", disse Galileu quando foi obrigado pela igreja a abdicar das suas ideias heliocêntricas. A vida continua, move-se. Enquanto tudo neste livro se vai tornando escuro e desesperançado, quando tudo parece encolher e afunilar em direção a um fim trágico, lâminas de luz cortam aqui e ali as nuvens que se vão adensando sobre as suas páginas, e nos fazem pressentir e desejar que algures lá em cima, brilhe um imenso sol radiante que mais cedo ou mais tarde tudo iluminará. 

Se o Sol irá aparecer ou não?… bom… esse é um daqueles segredos que não irei revelar. Terão de ler o livro.

Na minha escala de valores, de 0 a 10, um 8,5 ficará muito bem a este livro. E não vou dizer qual é o meu ÍMF… terei de pensar melhor sobre o assunto.



terça-feira, 26 de novembro de 2013

Mais duas ilustrações para ajudar a Ajudaris

"... um futuro radiante!"
por Paulo Galindro
Ilustração digital 23x17 cm
Novembro de 2013


"Super Teco"
Por Natalina Cóias
Técnica mista sobre MDF 23x17 cm
Novembro de 2013

Estas são as duas ilustrações oferecidas uma vez mais por mim e pela Natalina à Associação Ajudaris, elaboradas a partir de 2 histórias escritas por crianças, as quais irão integrar o livro "Pequeno Gestos grandes Corações - Histórias da Ajudaris 2013" (podem ver as nossas outras contribuições aqui). Cerca de 100 artistas contribuiram para dar cor a textos escritos por crianças de 50 escolas a nível nacional. 

A Ajudaris é uma associação sem fins lucrativos sediada na freguesia do Bonfim, concelho do Porto, e que actua em áreas tão específicas como a do auxílio no combate à pobreza e às novas formas de exclusão social, que infelizmente, nos tristes dias que correm, são cada vez mais. Todas as receitas provenientes da venda deste livro revertem para este objectivo tão nobre. Custa apenas 5 euros, e pode ser encomendado através dos telefones 222 013 159 ou 936 847 206 ou através do mail comunicacao@ajudaris.org. Será uma prenda de Natal mágico a todos os níveis. 

Já aqui o disse muitas vezes, e voltarei a dizer até que a voz me doa e deixe definitivamente de sentir a ponta dos dedos.... Cada molécula de mim acredita que a sensibilização para a beleza gera seres humanos mais tolerantes, sensíveis, responsáveis e empáticos. É deste modo que acredito que a Arte e a Criatividade poderão salvar verdadeiramente o mundo.

E esta iniciativa da Ajudaris materializa na perfeição o espírito desta ideia.
Vá lá... ajudem a Ajudaris a ajudar, e ajudem-se a sim próprios.

Numa sociedade verdadeiramente evoluída, ninguém deveria ficar para trás. E sabem de uma coisa? Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro.

Fiat lux!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Um novo livro na minha vida

Capa

Contracapa

Apresento-vos a capa e contracapa do livro "Poesias de Tragédia e Versos de Comédia", ilustrado por mim sobre 12 textos de Laura Mirpuri. O lançamento é já para a semana.

Convido-vos a partilhar comigo este momento. O único contratempo é que correm o risco de ver os vossos livros vandalizados com a minha assinatura.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Um novo livro



Nos próximos dias será lançado um novo livro, com ilustrações da minha autoria. E o que poderei eu dizer mais sobre este novo projecto?

  1. Que é um livro de poemas;
  2. Que a autora é uma menina de... 13 anos, muito à frente, que sabe bem o que quer e o que não quer, o que gosta e o que não gosta.
  3. Que me diverti muito a ilustrá-lo.
  4. E que a maior parte das ilustrações foram imaginadas e totalmente realizadas nos transportes públicos.
E mais não digo. Por enquanto...

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Está aí alguém II?

"Casa"
Aveiro, 20 de Outubro de 2013, pelas 18:23



We are the stars who sing,

we sing with our light;

We are the birds of fire,
we fly over the sky.
Our light is a voice...
We make a road for the spirits,
for the spirits to pass over.
Among us are three hunters
who chase a bear.
There never was a time
when they were not hunting.
We look down on the mountains.
This is the song of the stars.



Canção tradicional da tribo Passamaquoddy
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